Engenheiro com os braços abertos na frente de placas solares

A transição energética no Brasil já é uma realidade. Mas como seu nome indica, ela é um processo, que pode ter sucesso ou fracassar. Tudo depende de nós, os brasileiros.

O mundo não é mais o mesmo. Além das mudanças climáticas causarem impactos reais na vida de brasileiros praticamente em todo o território nacional e no ano todo, como no caso de enchentes, deslizamentos e outros problemas de ordem climática, ela também causa problemas econômicos graves.

Problemas ambientais são os mais urgentes no Brasil e no mundo. E agora nós temos a conscientização e a tecnologia para fazer parte da transição energética.

Mas como, exatamente? É sobre isso que vamos conversar nesse texto. Continue na leitura para saber mais!

Como a transição energética no Brasil vem acontecendo

Duas pessoas segurando lâmpadas em um bosque

Como mencionamos, a transição energética tem esse nome porque ela é um processo, um percurso que precisamos percorrer de A até B.

Hoje, ainda estamos mais próximos do ponto de partida da transição do que da sua potência total, que representa uma sociedade que leva em conta os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU em todas as suas ações.

Mesmo com esse longo caminho a percorrer, é fato que já caminhamos muito. 20 anos atrás ainda discutíamos a viabilidade da democratização da energia renovável, qual seria a logística de distribuição, quem geraria, quem regulamentaria etc.

Mas, desde então, avançamos e agora podemos discutir sobre os principais avanços da transição energética considerando o ambiente familiar, o comércio e as indústrias.

Olha só:

Transição energética nas casas brasileiras

Já existem vários financiamentos voltados exclusivamente para a compra de placas solares, o que ajuda bastante na transição energética brasileira.

As placas geradoras de energia fotovoltaica, reduzem bastante o valor da conta de luz das casas, devolvendo o excedente para as concessionárias através dos créditos em energia (em kWh) que podem ser utilizados em até 60 meses na sua fatura.

E falando nesses créditos:

Transição energética no comércio e empresas

Um dos principais ingredientes para a transição energética no Brasil é a sustentabilidade para empresas e o comércio.

Para você ter uma ideia: segundo o Monitor Mercantil, temos atualmente mais de 20 milhões de empresas em funcionamento no país. O número corresponde a cerca de 10% da nossa população.

E mesmo o número sendo 10% da população, o consumo de energia elétrica pelas empresas e comércios é bem similar ao residencial – cerca de 8 GWh contra 13 GWh, respectivamente, com dados de 2021.

A transição energética nos comércios vem acontecendo de forma similar às residências: com incentivos para o uso de energias renováveis, especialmente através da geração distribuída, cada vez mais popular através de assinaturas de energia renovável.

Nós temos um texto que elabora mais sobre o uso da geração distribuída por empresas. Clique aqui para saber mais.

Nós temos um texto que elabora mais sobre o uso da geração distribuída por empresas. Clique aqui para saber mais.

Transição energética nas indústrias

De todos os gastos que uma indústria tem, cerca de 40% é com energia elétrica. E ela também consome cerca de 30% de toda a energia gerada no Brasil.

Um grande passo para a transição energética é reduzir o impacto do consumo industrial. Isso é necessário porque a população está só aumentando, e vai ser difícil no futuro balancear a necessidade de economizar energia com as necessidades de uma população que só aumenta.

As indústrias também estão montando suas próprias usinas geradoras via incentivos governamentais, buscando reduzir seu consumo – e portanto economizar – ao mesmo tempo em que participam da transição energética no Brasil.

Nós falamos mais a fundo sobre a economia de energia nas indústrias e sua relação com as energias renováveis nesse artigo aqui do blog. Vale a leitura 💡

Como o Brasil gera energia hoje?

Usina hidrelétrica com comportas abertas. Ao fundo, montanhas.

Para falar sobre a transição energética no Brasil, precisamos falar sobre como nós geramos energia hoje no país.

E é muito bom falar sobre isso porque estamos no caminho certo. Cerca de 86% da nossa energia é gerada por fontes renováveis, segundo dados da CNI. A distribuição funciona assim:

Nós estamos muito bem em relação aos nossos objetivos climáticos. Entre os países do G20, o Brasil é um dos três que tem cumprido todas as metas de redução de carbono.

O nosso maior desafio, porém, é o crescimento populacional e consequente aumento de demanda. Paralelo a isso, temos ainda a incidência de problemas ecológicos que atrapalham nossa geração hidrelétrica, como os períodos de estiagem e as secas. Há também problemas relacionados às questões de disponibilidade de espaço para a construção de grandes hidrelétricas.

Para contornar essas questões, todos os esforços para aumentar a expressividade das energias renováveis no Brasil são em busca de diversificar nossa matriz energética.

Deborah Motta, responsável pelas operações da FIT Energia e Hy Brazil, diz o seguinte:

“É importante pensar na diversificação da matriz, de forma a reduzir a dependência com hidrelétrica e reduzir os riscos e custos extras para o consumidor em períodos de seca.”

Mas para finalizar, só precisamos abordar um último ponto: como a Geração Distribuída é importante para a transição energética no Brasil e no Mundo. Vamos usar a FIT Energia como principal exemplo:

A geração distribuída e a transição energética no Brasil

Pessoa segurando uma lâmpada acesa

O Governo brasileiro tomou medidas recentes para regulamentar a geração distribuída de energia no país, por meio da Resolução Normativa nº 687/2015 e do marco legal de 2022, permitindo um novo modelo de negócio para impulsionar a transição energética no país.

O Marco Legal da Energia estabeleceu diretrizes e regras para o setor elétrico no Brasil, visando promover a modernização, eficiência e sustentabilidade do setor e trouxe mudanças significativas, com destaque para a promoção da geração distribuída de energia.

⚡ Para entender com detalhes sobre o tema, leia o nosso conteúdo: Geração Distribuída de Energia: o que é e como funciona?

Além disso, suas medidas permitiram a abertura do mercado livre de energia para consumidores de menor porte e a simplificação do processo de licenciamento ambiental para projetos de geração de energia renovável, trazendo novas oportunidades de investimento, incentivos para a geração de energia limpa e renovável, e contribuindo para a transição energética do país.

Com isso, mini e microgeradores podem comercializar créditos de energia para as concessionárias, indicando o endereço onde o crédito será utilizado.

E a FIT Energia, do grupo Hy Brazil, é uma dessas empresas que têm como base esse novo formato de comercialização de créditos de energia elétrica.

Nós produzimos, por ano, 200 GWh via fontes renováveis, especialmente energia hidrelétrica e solar fotovoltaica.

Com todo esse potencial gerado através das nossas usinas e parceiros, conseguimos ampliar o acesso a uma energia limpa, pois é através da geração distribuída que levamos uma energia sustentável, renovável e mais barata para milhares de brasileiros e somos parte importante da transição energética no Brasil.

Você pode fazer parte da transição energética brasileira ainda hoje. É simples! Faça seu cadastro no site e siga nosso fluxo de e-mails – sua economia pode chegar a até 12%, sem nenhum custo adicional.

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